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Em cinco anos, Brasil deixa prescrever R$ 1,65 bilhão em multas ambientais
Entre 2020 e 2024, multas aplicadas pelo Ibama arrecadaram R$ 1,45 bilhão, mas outros R$ 1,65 bilhão foram perdidos em processos prescritos. Estudo da Transparência Internacional – Brasil identificou fragilidades em todas as etapas da responsabilização por ilícitos ambientais e alerta para riscos de corrupção no Ibama e em órgãos estaduais.
Entre 2020 e 2024, o Ibama arrecadou R$ 1,45 bilhão em multas ambientais e deixou prescrever R$ 1,65 bilhão.
Estudo da Transparência Internacional – Brasil aponta fragilidades em todas as etapas da responsabilização administrativa por ilícitos ambientais em órgãos ambientais federais e estaduais, da fiscalização à cobrança da multa.
As equipes do Ibama que julgam autos de infração caíram de 233 para 113 servidores entre outubro de 2024 e maio de 2026;
Fonte: Transparência Internacional
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Adenomera varcena: cientistas descobrem nova espécie de rã escondida nas várzeas da Amazônia
Uma nova espécie de rã acaba de ser descrita nas florestas alagadas do oeste da Amazônia, ampliando o que se sabe sobre a biodiversidade amazônica e revelando um capítulo inédito na história de um grupo de anfíbios já bastante estudado. Batizada de Adenomera varcena, a espécie foi encontrada na região do Alto Rio Juruá, no Acre, em áreas próximas aos rios Moa e Crôa, nos arredores de Cruzeiro do Sul. A descoberta é fruto de um trabalho conjunto entre pesquisadores brasileiros e internacionais e foi publicada na revista científica Ichthyology & Herpetology.
À primeira vista, a Adenomera varcena é praticamente indistinguível de outras rãs do mesmo gênero. Essa semelhança externa é o que os biólogos chamam de diversidade críptica: animais que parecem idênticos a olho nu, mas que, na verdade,
Fonte: Natureza e Conservação
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Verolme: o estaleiro que ensinou Angra dos Reis a fazer navios — e o que perdemos quando ele afundou
Durante mais de trinta anos, o maior estaleiro do Brasil ficou em Jacuecanga, um bairro de Angra dos Reis à beira da BR-101. Chamava-se Verolme. No seu auge, no fim dos anos 1970, empregava cerca de 12 mil pessoas, quase um terço de todos os trabalhadores navais do país, num momento em que o Brasil era o segundo maior construtor de navios do mundo, atrás apenas do Japão.
Poucos lugares no Brasil ilustram tão bem o que significa ganhar e perder capacidades produtivas. A história do Verolme é a história de uma cidade que aprendeu a fazer uma das coisas mais difíceis da indústria pesada, viveu disso por uma geração, viu tudo parar em 1995 e, desde então, convive com a pergunta que atravessa toda a discussão de complexidade econômica: de onde vêm, e
Fonte: Blog Paulo Gala
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